Marcio Calderari
Marcio Fernando Calderari · nasceu em 1967
Marcio Calderari se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcio Calderari declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 455,3 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- Marcio CalderariR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcio Calderari declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Campina da Lagoa (PR) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Campina da Lagoa (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 48,8 por voto. Quem venceu, Mozart, gastou R$ 34,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 34,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elza Fukami MDBR$ 11 mil · 54 votosR$ 202
- Janio MDBR$ 37 mil · 255 votosR$ 147
- Marcinho Do Ônibus PSCR$ 44 mil · 375 votosR$ 118
- Josias Ferreira Vieira PSCR$ 38 mil · 441 votosR$ 86,2
- Maria Nilza PRTBR$ 11 mil · 199 votosR$ 56,5
- Bisteca PRTBR$ 14 mil · 249 votosR$ 55,7
- Sergiao 3/5 PLR$ 17 mil · 349 votosR$ 48,8
- Rudinei PRTBR$ 17 mil · 384 votosR$ 45,2
- Celio Bueno PSBR$ 16 mil · 412 votosR$ 38,8
- Rafael Do Tino PVR$ 28 mil · 729 votosR$ 38,2
- Edinho MDBR$ 12 mil · 324 votosR$ 36,3
- Mozart PPR$ 13 mil · 388 votosR$ 34,4
Votos por real
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.