Marcio Ayer
Marcio Ayer Correia Andrade · nasceu em 1984
Marcio Ayer se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior incompleto, comerciário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPC do B 65222· esquerdasuplente5.370 votos; 270º mais votado de 2.242 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Marcio Ayer teve 5.370 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 270º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 50 cidades. Rio de Janeiro deu 43,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcio Ayer declarou R$ 120,5 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Dinheiro em espécieR$ 100,6 milDinheiro em espécie
- Poupança Banco ItaúR$ 16,3 milCaderneta de poupança
- Pagamentos efetuados em consorcio não contemplado de…R$ 3.213Consórcio não contemplado
- Poupança no banco do BrasilR$ 465Caderneta de poupança
- Conta Corrente Banco ItaúR$ 14Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcio Ayer declarou ao TSE R$ 377 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 279 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 80,9 mil83,1%
- VaquinhaR$ 16,5 mil16,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 51 mil52,4%
- ServiçosR$ 31,5 mil32,3%
- EventosR$ 6.7226,9%
- InternetR$ 5.7335,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4151,5%
- EscritórioR$ 1.0011%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Lindbergh Farias, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arthur Correa PSLR$ 880 mil · 5.620 votosR$ 157
- Laura Carneiro DEMR$ 1,7 milhão · 14.646 votosR$ 114
- Chagas Bola PSLR$ 566 mil · 6.164 votosR$ 91,9
- Rogério Amorim PSLR$ 577 mil · 6.719 votosR$ 85,8
- Marcelo Arar PTBR$ 736 mil · 12.330 votosR$ 59,7
- Marcio Ribeiro AVANTER$ 1,1 milhão · 19.383 votosR$ 58,6
- Alexandre Isquierdo DEMR$ 790 mil · 17.764 votosR$ 44,5
- Felipe Michel PPR$ 930 mil · 20.936 votosR$ 44,4
- Cesar Maia DEMR$ 1,5 milhão · 55.031 votosR$ 27,4
- Carlo Caiado DEMR$ 651 mil · 26.212 votosR$ 24,8
- Rosa Fernandes PSCR$ 630 mil · 26.409 votosR$ 23,8
- Lindbergh Farias PTR$ 562 mil · 24.912 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 41 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.