Marcio
Marcio Pereira da Cruz · nasceu em 1978
Marcio disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Nova Brasilândia (MT)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 30 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcio declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2008.
- MarcioR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 99,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 169,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Marcio declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Nova Brasilândia (MT) · PT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 4.71897,8%
- Próprio bolsoR$ 1042,2%
Para onde foi
- OutrosR$ 4.71897,8%
- EscritórioR$ 1042,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Brasilândia (MT), 2008
Mediana da disputa: R$ 99,2 por voto. Quem venceu, Professor Marcos, gastou R$ 53,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 342; o mais barato, R$ 53,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paulo Afonso PTR$ 10 mil · 30 votosR$ 342
- Pitu MDBR$ 9,4 mil · 47 votosR$ 199
- Ezio PTR$ 13 mil · 108 votosR$ 121
- Ze Leiteiro PTR$ 12 mil · 99 votosR$ 121
- Nicomedes PTR$ 12 mil · 105 votosR$ 116
- Antomar Cardoso MDBR$ 11 mil · 109 votosR$ 99,2
- Cristovao PTR$ 11 mil · 114 votosR$ 98,9
- Eutimio De Campos CIDADANIAR$ 16 mil · 184 votosR$ 85,8
- Braguinha CIDADANIAR$ 18 mil · 234 votosR$ 78,7
- Zé Piolho PSBR$ 11 mil · 158 votosR$ 72,5
- Professor Marcos PDTR$ 12 mil · 226 votosR$ 53,3
Votos por real
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.