Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Marcinho Carnes

Marcio Ricardo Petinatti · nasceu em 1975

Marcinho Carnes se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008MDB2012PL2016PROS2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 4 partidos: PL (2004), MDB (2008), PL (2012), PROS (2016), REPUBLICANOS (2020).

VereadorPartidoPLMDBPLPROSREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Lins (SP)
    REPUBLICANOS 10999· direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Lins (SP)
    PROS 90000· direita
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Lins (SP)
    PL 22999· direita
    suplente
  4. 2008
    Vereador · Lins (SP)
    MDB 15999· centro
    eleito754 votos
  5. 2004
    Vereador · Lins (SP)
    PL 22999· direita· na urna, Marcio Petinatti
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcinho Carnes declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 14 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Lins (SP) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 1.203
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Lins (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 65,7 por voto. Quem venceu, Roy Nelson, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.619; o mais barato, R$ 14,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ali Araujo PLR$ 18 mil · 5 votosR$ 3.619
  • Zique PLR$ 14 mil · 27 votosR$ 524
  • Beth Polastri PSDR$ 13 mil · 35 votosR$ 376
  • Michael Jackson PLR$ 14 mil · 74 votosR$ 191
  • Karina Carla PSDR$ 13 mil · 119 votosR$ 112
  • Maria Mariah PLR$ 15 mil · 220 votosR$ 68,7
  • Dr Mauro PLR$ 16 mil · 247 votosR$ 65,7
  • Cabral PPR$ 14 mil · 412 votosR$ 34,1
  • Perin PPR$ 17 mil · 493 votosR$ 34
  • Pastora Ana Paula PLR$ 14 mil · 432 votosR$ 32,8
  • Damião PLR$ 16 mil · 538 votosR$ 29,7
  • Roy Nelson PLR$ 14 mil · 975 votosR$ 14,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 293 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.