Apuração
Deputada estadual · 2018 · PHS

Marcilene Jacinto

Marcilene Jacinto Queiroz · nasceu em 1974

Marcilene Jacinto se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleita em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPHS+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PHS2010PHS2012PHS2016PHS2018PHS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008, 2012 e 2016.

Sempre pelo PHS.

Suplente sen.Dep. estadualVereadoraPartidoPHS200820102012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 44 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada estadual · Minas Gerais
    PHS 31000· centro-direita
    suplente13.990 votos; 164º mais votada de 1.255 no estado
  2. 2016
    Vereadora · Patrocínio (MG)
    PHS 31000· centro-direita· na urna, Marcilene Jacinto Queiroz
    eleita1.152 votos
  3. 2012
    Vereadora · Patrocínio (MG)
    PHS 31000· centro-direita· na urna, Marcilene Jacinto Queiroz
    eleita1.078 votos
  4. 2010
    1º suplente de senador · Minas Gerais
    PHS 313· centro-direita
    Na chapa de Miguel Martini
    chapa não eleita274.215 votos da chapa
  5. 2008
    Vereadora · Patrocínio (MG)
    PHS 31000· centro-direita· na urna, Marcilene Jacinto Queiroz
    eleita1.413 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marcilene Jacinto teve 13.990 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 164º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 254 cidades. Patrocínio deu 74,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.

13.990 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 13.990 votos.
  1. Patrocínio (MG)10.351 votos74%
  2. Belo Horizonte (MG)425 votos3%
  3. Uberlândia (MG)380 votos2,7%
  4. Coromandel (MG)294 votos2,1%
  5. Serra do Salitre (MG)186 votos1,3%
  6. Outras 239 cidades1.301 votos9,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marcilene Jacinto declarou R$ 180,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 87,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 180,1 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 118.356 na declaração)

Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Marcilene JacintoR$ 180,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 180,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcilene Jacinto declarou ao TSE R$ 597 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 507 mil, 68% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada estadual · Minas Gerais · PHS · suplente

De onde veio

R$ 506,8 mil
68% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 506,8 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Humanista Da SolidariedadeR$ 339,3 mil66,9%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 160,5 mil31,7%
  3. Fundo partidárioR$ 6.3331,2%
  4. PartidoR$ 7040,1%

Para onde foi

R$ 493,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 493,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal48 pessoas, não nomeadasR$ 371,4 mil75,3%
  2. EventosR$ 18,1 mil3,7%
  3. TransporteR$ 14,8 mil3%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3.0910,6%
  5. EscritórioR$ 196< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada estadual: 28 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 68 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.