Apuração
Vereadora · 2020 · PTB

Márcia Góes

Marcia Ferreira Goes Alves · nasceu em 1965

Márcia Góes se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PTB2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016.

Passou por 2 partidos: PT (2012), PTB (2016–2020).

VereadoraPartidoPTPTB20122014201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Guarani (MG)
    PTB 14000· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    Vereadora · Guarani (MG)
    PTB 14000· centro-direita· na urna, Marcia Goes
    eleita214 votos
  3. 2012
    Vereadora · Guarani (MG)
    PT 13555· centro-esquerda· na urna, Marcia Góes
    suplente269 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Márcia Góes declarou R$ 25,9 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 25,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 18.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Márcia GóesR$ 25,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Márcia Góes declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Guarani (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 1.406
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.406.
  1. Próprio bolsoR$ 1.04074%
  2. PartidoR$ 36626%

Para onde foi

R$ 1.406
O maior gasto foi com material impresso: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.406.
  1. Material impressoR$ 97369,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 43330,8%

Quanto custou cada voto: vereadora, Guarani (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 33,2 por voto. Quem venceu, Maria Elisa Da Farmacia, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 191 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.