Apuração
Vereadora · 2012 · DEM

Márcia do Guido

Márcia Matos de Azevedo · nasceu em 1954

Márcia do Guido se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,65← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2008DEM2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2002), DEM (2008–2012).

Dep. federalVereadoraPartidoPTBDEM200220042006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Piaçabuçu (AL)
    DEM 25123· direita
    suplente
  2. 2008
    Vereadora · Piaçabuçu (AL)
    DEM 25412· direita· na urna, Marcia do Guido
    suplente
  3. 2002
    Deputada federal · Alagoas
    PTB 1413· centro-direita· na urna, Marcia Azevedo
    suplente325 votos; 61º mais votada de 75 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Márcia do Guido teve 325 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 75 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. Piaçabuçu deu 55,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,3%.

325 votos
votos para deputada federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 325 votos.
  1. Piaçabuçu (AL)181 votos55,7%
  2. Maceió (AL)55 votos16,9%
  3. Penedo (AL)13 votos4%
  4. Coruripe (AL)8 votos2,5%
  5. Pão de Açúcar (AL)7 votos2,2%
  6. Outras 22 cidades25 votos7,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Márcia do Guido declarou ao TSE R$ 5,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 3,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Piaçabuçu (AL) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 1.733
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.733
O maior gasto foi com outros: 88% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.733.
  1. OutrosR$ 1.51687,5%
  2. Material impressoR$ 21712,5%

Quanto custou cada voto: vereadora, Piaçabuçu (AL), 2012

Mediana da disputa: R$ 79,1 por voto. Quem venceu, Alípio Araújo, gastou R$ 43,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 351; o mais barato, R$ 43,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 14 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.