Marcia do Sindicato
Marcia Cristina Clementino Guilherme da Silva · nasceu em 1979
Marcia do Sindicato se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2012), PTB (2016–2018), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputada estadual · PernambucoPTB 14617· centro-direitasuplente249 votos; 427º mais votada de 622 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Marcia do Sindicato teve 249 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 427º lugar entre 622 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Ibirajuba deu 63,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcia do Sindicato declarou R$ 116,1 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcia do Sindicato declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada estadual: R$ 15 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Ibirajuba (PE) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.96765%
- ServiçosR$ 84928%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2127%
Quanto custou cada voto: vereadora, Ibirajuba (PE), 2020
Marcia Do Sindicato: R$ 20,3 por voto (mediana da disputa, R$ 17,5). Quem venceu, Eusébio Do Alto, gastou R$ 6,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 6,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcia Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sanielly PSBR$ 3,1 mil · 19 votosR$ 162
- Professora Gracielma REPUBLICANOSR$ 3 mil · 27 votosR$ 112
- Silvania Do Bar REPUBLICANOSR$ 3 mil · 72 votosR$ 42,1
- Minininho Da Ambulância REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 106 votosR$ 31,5
- Marcia Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 3 mil · 149 votosR$ 20,3
- Pinduca REPUBLICANOSR$ 4 mil · 199 votosR$ 20,2
- Dr Gilvan REPUBLICANOSR$ 4,3 mil · 246 votosR$ 17,5
- Samuel Da Associação REPUBLICANOSR$ 3,6 mil · 311 votosR$ 11,6
- Nego Uruba Do Imbra REPUBLICANOSR$ 4,1 mil · 387 votosR$ 10,6
- Mano REPUBLICANOSR$ 5 mil · 504 votosR$ 9,94
- Tiaguinho PSBR$ 3,8 mil · 455 votosR$ 8,33
- Eusébio Do Alto PSBR$ 3,2 mil · 509 votosR$ 6,26
Votos por real
- 2020, vereadora: 49 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2018, deputada estadual: 17 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 42 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 167 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.