Marcelo Rubi
Marcelo Cesar Torres Rubi · nasceu em 1968
Marcelo Rubi se candidatou em 4 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PSL (2016), PRTB (2020–2022), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, agente de viagem, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado federal · São PauloPRTB 2851· direitanão eleito0 votos; 1356º mais votado de 1.429 no estado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Marcelo Rubi teve 0 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 1356º lugar entre 1.429 candidatos.
Recebeu votos em 0 cidades..
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelo Rubi declarou R$ 91,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 38,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Marcelo RubiR$ 91,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imovel em cafêlandiaR$ 77,3 milCasa
- Carro - fiesta 2001R$ 9.390Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fusca - ano 1982R$ 3.314Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- EspécieR$ 1.657Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelo Rubi declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado federal: R$ 3,6 mil, 93% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Cafelândia (SP) · PL · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cafelândia (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Dr Adalberto, gastou R$ 9,67 por voto. O voto mais caro custou R$ 166; o mais barato, R$ 9,67.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardo Rodriguês PLR$ 5,5 mil · 33 votosR$ 166
- Nilza Nunes PLR$ 2,2 mil · 15 votosR$ 146
- Marli Parra Asato MDBR$ 11 mil · 224 votosR$ 48,7
- Luciane Martins PLR$ 2 mil · 45 votosR$ 45,4
- Wilson Junior PLR$ 2,2 mil · 50 votosR$ 43,7
- João Parra Oasis PLR$ 5,5 mil · 148 votosR$ 36,9
- Paulo Jp PSBR$ 3,4 mil · 135 votosR$ 25,1
- Edson Foia PLR$ 2,2 mil · 89 votosR$ 24,3
- Cardoso Do Táxi MDBR$ 2,4 mil · 97 votosR$ 24,2
- Marquinho Do Lito PODER$ 5,7 mil · 272 votosR$ 21,1
- Pedro Dias PSDBR$ 3,2 mil · 183 votosR$ 17,3
- Dr Adalberto MDBR$ 3,2 mil · 328 votosR$ 9,67
Votos por real
- 2024, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 417 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 124 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.