Apuração
Deputado estadual · 2010 · DEM

Marcelo Ribeiro

Marcelo Duarte de Carvalho Ribeiro · nasceu em 1975

Marcelo Ribeiro disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo DEM: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoDEM2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 35 anos, superior completo, tabelião. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    DEM 25222· direita
    suplente1.939 votos; 318º mais votado de 545 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Marcelo Ribeiro teve 1.939 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 318º lugar entre 545 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Uruguaiana deu 78,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,7%.

1.939 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.939 votos.
  1. Uruguaiana (RS)1.525 votos78,6%
  2. Porto Alegre (RS)168 votos8,7%
  3. Veranópolis (RS)25 votos1,3%
  4. Guaíba (RS)18 votos0,9%
  5. Barra do Quaraí (RS)17 votos0,9%
  6. Outras 51 cidades83 votos4,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Marcelo Ribeiro declarou R$ 197,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 197,8 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2010.

  • Marcelo RibeiroR$ 197,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 185,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 197,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Marcelo Ribeiro declarou ao TSE R$ 76 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · DEM · suplente

De onde veio

R$ 76,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 6.0597,9%
  2. EmpresasTudo de Genesio Ceolin Cia LtdaR$ 4.8876,4%
  3. Próprio bolsoR$ 2.4433,2%

Para onde foi

R$ 76,4 mil
O maior gasto foi com pessoal: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal13 pessoas, não nomeadasR$ 25,7 mil33,7%
  2. TransporteR$ 2.2062,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 26,6 por voto. Quem venceu, Silvana Covatti, gastou R$ 10,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 62,7; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.