Marcelo Pichi
Marcelo Rodolfo Picchi · nasceu em 1973
Marcelo Pichi se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 39 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marcelo Pichi declarou R$ 344,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 265 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Marcelo PichiR$ 344,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Caderneta de poupança banco do brasilR$ 143,9 milOutros créditos e poupança vinculada
- 1 Veiculo marca vectra elegance fab. 2010 placa epq 6608R$ 130,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saldo em bgbl banco santanderR$ 50 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Banco do brasil conta corrente n. 27302-3R$ 18,5 milConta corrente no país
- 50% Das quotas social da firma cpagros/c LTDA com sede na…R$ 1.096Quotas ou quinhões de capital
- Caderneta de poupança banco santanderR$ 489Outros créditos e poupança vinculada
- Saldo banco satanderR$ 326Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Pichi declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Matão (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 15,6 mil65,6%
- Outros candidatosR$ 5.33322,4%
- PessoasR$ 2.81611,8%
- PartidoR$ 580,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 11,2 mil46,9%
- Material impressoR$ 8.50235,7%
- TransporteR$ 3.68915,5%
- OutrosR$ 3661,5%
- EscritórioR$ 1060,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Matão (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 66,5 por voto. Quem venceu, Valtinho Trevizaneli, gastou R$ 25,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 25,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademir De Souza PTR$ 105 mil · 563 votosR$ 187
- Jayme Gimenez PSDBR$ 93 mil · 691 votosR$ 135
- Agnaldo Navarro PDTR$ 96 mil · 946 votosR$ 102
- Marcão Da Rodonaves PSBR$ 45 mil · 538 votosR$ 83,7
- Tiaozinho PTR$ 42 mil · 533 votosR$ 78,9
- Sandro Trench PC do BR$ 70 mil · 969 votosR$ 72
- Cidinho PTR$ 79 mil · 1.191 votosR$ 66,5
- Serjão Da Garagem PVR$ 28 mil · 517 votosR$ 54,2
- Cido Motos PTR$ 40 mil · 1.068 votosR$ 37,3
- China Calabres PDTR$ 32 mil · 884 votosR$ 36,6
- Luizinho Pedro Antonio PTR$ 32 mil · 1.218 votosR$ 25,9
- Valtinho Trevizaneli PSBR$ 28 mil · 1.097 votosR$ 25,5
Votos por real
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.