Marcelo Paulart
nasceu em 1975
Marcelo Paulart se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016, 2020 e 2024.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelo Paulart declarou R$ 159,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 96 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Marcelo PaulartR$ 159,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Automóvel toyota yaris hb xl 13 ano 2019R$ 59,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 De um apartamento na torre II residencial mirante da…R$ 33,1 milApartamento
- 1/3 de um prédio de alvenariaR$ 30,2 milPrédio comercial
- 1/3 De um predio em alvenaria com area de 120 M2 em…R$ 21,2 milPrédio comercial
- 1/3 De um terreno com area de 10.908 M2R$ 8.944Terreno
- 1/3 De box de garagem no edificio residencial mirante da…R$ 3.682Outros bens imóveis
- 1/3 De terreno com 543R$ 1.473Terreno
- 1/3 De terreno com 459R$ 1.473Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo Paulart declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Três Cachoeiras (RS) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 1.85975,4%
- Próprio bolsoR$ 60824,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 27311,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Cachoeiras (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 12,9 por voto. Quem venceu, Jonas Machado, gastou R$ 6,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 6,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ismael Lentz REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 46 votosR$ 119
- Rejane Figueiró MDBR$ 2,7 mil · 30 votosR$ 91,1
- Fernanda MDBR$ 2,7 mil · 67 votosR$ 40,8
- Bruna Borges PPR$ 3,3 mil · 122 votosR$ 26,8
- Marizelia MDBR$ 2,7 mil · 120 votosR$ 22,8
- Serjão PPR$ 6,5 mil · 323 votosR$ 20,1
- Zé Preto PPR$ 4,4 mil · 339 votosR$ 12,9
- Gleice Santos REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 286 votosR$ 11,5
- Gilcinara Gil PPR$ 6,4 mil · 909 votosR$ 7,06
- Rosane Godinho MDBR$ 2,7 mil · 423 votosR$ 6,46
- Lucas Abel PPR$ 2,9 mil · 454 votosR$ 6,38
- Jonas Machado PPR$ 2,8 mil · 463 votosR$ 6,07
Votos por real
- 2024, vereador: 182 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 163 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.