Marcelo Milenium
Marcelo Vieira de Carvalho · nasceu em 1965
Marcelo Milenium se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PV (2004–2010), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior incompleto, agente administrativo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · RoraimaPV 43222· centro-esquerdasuplente1.846 votos; 39º mais votado de 392 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcelo Milenium teve 1.846 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 39º lugar entre 392 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Boa Vista deu 89,9% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcelo Milenium declarou R$ 525,8 mil em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Roraima.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Roraima em 2008.
- Marcelo MileniumR$ 525,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 82,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelo Milenium declarou ao TSE R$ 542 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 376 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Boa Vista (RR) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 47,7 mil61,9%
- PartidoR$ 29,3 mil38,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 60,6 mil78,8%
- Material impressoR$ 12 mil15,6%
- ServiçosR$ 4.3115,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Boa Vista (RR), 2012
Mediana da disputa: R$ 123 por voto. Quem venceu, Julio Cezar Medeiros, gastou R$ 51,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 385; o mais barato, R$ 51,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Castro PLR$ 796 mil · 2.064 votosR$ 385
- Francisquinha REPUBLICANOSR$ 300 mil · 1.137 votosR$ 263
- Renato Queiroz CIDADANIAR$ 351 mil · 1.486 votosR$ 236
- Flávio Padre Cícero PRTBR$ 334 mil · 2.109 votosR$ 158
- Joziel PSDBR$ 215 mil · 1.574 votosR$ 137
- Nira Mota PVR$ 291 mil · 2.308 votosR$ 126
- Aline Rezende PRTBR$ 317 mil · 2.570 votosR$ 123
- Guarda Alexandre PC do BR$ 155 mil · 1.711 votosR$ 90,6
- Abel Galinha PSBR$ 145 mil · 1.810 votosR$ 80
- Masamy Eda MDBR$ 204 mil · 2.581 votosR$ 79,2
- Leo Rodrigues PLR$ 195 mil · 2.702 votosR$ 72,1
- Julio Cezar Medeiros PRPR$ 297 mil · 5.770 votosR$ 51,4
Votos por real
- 2012, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 4,9 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.