Marcelo Martins
nasceu em 1974
Marcelo Martins se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo Martins declarou R$ 89,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 31,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Marcelo MartinsR$ 89,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Martins declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 8,9 mil, 85% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Figueirão (MS) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 6.37071,6%
- Outros candidatosR$ 2.53228,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Figueirão (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 526 por voto. Quem venceu, Thiago Inácio, gastou R$ 79,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.022; o mais barato, R$ 79,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marilene Vasconcellos PSDR$ 14 mil · 7 votosR$ 2.022
- Natália Mota DEMR$ 9,9 mil · 8 votosR$ 1.238
- Cacilda Costa DEMR$ 15 mil · 15 votosR$ 1.010
- Olegna PSDR$ 14 mil · 21 votosR$ 674
- Estela Almeida PSDR$ 14 mil · 24 votosR$ 591
- Alex Bixeiro PSDBR$ 10 mil · 17 votosR$ 586
- Alex Santana DEMR$ 18 mil · 35 votosR$ 526
- Carlitão PSDBR$ 24 mil · 51 votosR$ 473
- Luciano Catelan DEMR$ 17 mil · 47 votosR$ 361
- Professora Flavia Bravo PSDBR$ 24 mil · 143 votosR$ 168
- Denivan Barbosa PSDBR$ 26 mil · 165 votosR$ 160
- Thiago Inácio DEMR$ 14 mil · 179 votosR$ 79,1
Votos por real
- 2020, vereador: 7,4 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 8,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.