Marcelinho Henrique
Marcelo Eduardo Henrique · nasceu em 1973
Marcelinho Henrique se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PDT (2012–2014), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParanáPDT 12900· centro-esquerda· na urna, Marcelo Henriquesuplente837 votos; 338º mais votado de 738 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Marcelinho Henrique teve 837 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 338º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 29 cidades. Bela Vista do Paraíso deu 83,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelinho Henrique declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 46% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Marcelinho HenriqueR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelinho Henrique declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil, 1,3% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bela Vista do Paraíso (PR) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,7 mil80,8%
- PessoasR$ 2.85016,8%
- Outros candidatosR$ 4112,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.58038,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.53426,8%
- ServiçosR$ 2.93117,3%
- RepassesR$ 2.85016,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Bela Vista do Paraíso (PR), 2016
Marcelinho Henrique: R$ 199 por voto (mediana da disputa, R$ 33,2). Quem venceu, Fernandão Menck, gastou R$ 7,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 199; o mais barato, R$ 7,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelinho Henrique. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelinho Henrique PODER$ 17 mil · 85 votosR$ 199
- João Do Marmore PSCR$ 17 mil · 234 votosR$ 74,5
- Gaucho PHSR$ 3,3 mil · 45 votosR$ 74,2
- Tião Bulhões PTBR$ 5,9 mil · 94 votosR$ 62,2
- Junio PSCR$ 3,2 mil · 72 votosR$ 44,4
- Rondinele PROSR$ 14 mil · 346 votosR$ 39,9
- Ademir Georgini PSCR$ 3,7 mil · 112 votosR$ 33,2
- Jean Palu MDBR$ 8,7 mil · 377 votosR$ 23,2
- Isabela Gasparelli PLR$ 6,4 mil · 312 votosR$ 20,6
- Alex Pinheiro PSBR$ 3,9 mil · 194 votosR$ 20,1
- Professora Elisete CIDADANIAR$ 4,6 mil · 277 votosR$ 16,5
- Fernandão Menck SOLIDARIEDADER$ 6,6 mil · 834 votosR$ 7,93
Votos por real
- 2016, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 115 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.