Marcelo Felipe
Marcelo Luis da Cruz Rodrigues · nasceu em 1981
Marcelo Felipe se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PT (2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo Felipe declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 17,4 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.
- Marcelo FelipeR$ 114,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Felipe declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,5 mil, 51% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Soure (PA) · PTB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.27450,8%
- PessoasR$ 1.13245,2%
- Próprio bolsoR$ 994%
Para onde foi
- ServiçosR$ 70851,5%
- TransporteR$ 56641,2%
- Material impressoR$ 997,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Soure (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,6 por voto. Quem venceu, Jorge Ramos, gastou R$ 4,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 375; o mais barato, R$ 4,07.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Meg Vasconcelos PTBR$ 2,2 mil · 6 votosR$ 375
- Professora Neusa PTBR$ 2,9 mil · 59 votosR$ 49,7
- Osiane Barbosa PSDBR$ 7,3 mil · 171 votosR$ 42,6
- Baixote PTR$ 4,5 mil · 152 votosR$ 29,7
- Alexandre Coimbra PTR$ 2,3 mil · 126 votosR$ 17,9
- Cuia PLR$ 3,8 mil · 281 votosR$ 13,6
- Macedo PSDBR$ 3,8 mil · 347 votosR$ 10,8
- Carla Sarmento PTBR$ 4,5 mil · 436 votosR$ 10,4
- Meire Da Resex PTR$ 3,2 mil · 310 votosR$ 10,2
- Weliton Melo PLR$ 3,7 mil · 448 votosR$ 8,15
- Jorge Ramos PTBR$ 2,4 mil · 587 votosR$ 4,07
Votos por real
- 2020, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 426 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.