Marcelo do Transporte
Marcelo Gonçalves Leite · nasceu em 1970
Marcelo do Transporte se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2012), DEM (2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo do Transporte declarou R$ 51,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 14,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo do Transporte declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,2 mil, 5,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Engenheiro Paulo de Frontin (RJ) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.41574,1%
- PessoasR$ 28314,8%
- Outros candidatosR$ 21211,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 105 por voto. Quem venceu, Ernesto Laré, gastou R$ 28,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 708; o mais barato, R$ 28,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cláudia Vidal DEMR$ 7,1 mil · 10 votosR$ 708
- Clébio Castro DEMR$ 7,1 mil · 15 votosR$ 472
- Fabinho Do Ônibus DEMR$ 7,1 mil · 27 votosR$ 262
- Elizangela Filha Do Zé Roberto PSLR$ 11 mil · 60 votosR$ 176
- Professora Cátia PSLR$ 11 mil · 70 votosR$ 152
- Professora Leandra Silva PTR$ 13 mil · 116 votosR$ 110
- Will Da Saúde DEMR$ 14 mil · 135 votosR$ 105
- Elisangela Da Ração DEMR$ 7,1 mil · 89 votosR$ 79,5
- Vinícius Nora DEMR$ 7,1 mil · 135 votosR$ 52,4
- Sandra Gil DEMR$ 14 mil · 380 votosR$ 37,2
- Moisez Do Clube DEMR$ 7,1 mil · 243 votosR$ 29,1
- Ernesto Laré DEMR$ 8,5 mil · 295 votosR$ 28,9
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.