Marcelo do Lico
Marcelo Alves de Oliveira · nasceu em 1983
Marcelo do Lico se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PTB (2008–2012), SOLIDARIEDADE (2016), AVANTE (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, ensino médio, agente administrativo, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Mantena (MG)MDB 10· centro-direitaNa chapa de Gentilchapa eleita6.727 votos da chapa, 45,7%
- 2020Vice-prefeito · Mantena (MG)AVANTE 70· centro-direitaNa chapa de Gentilchapa não eleita6.560 votos da chapa, 44,6%
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelo do Lico declarou R$ 207,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 124,4 mil acima da inflação.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CorollaR$ 132,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em mãosR$ 38,7 milDinheiro em espécie
- GolR$ 24,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CgR$ 12,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo do Lico declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,8 mil, 3,5% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mantena (MG) · SOLIDARIEDADE · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.52796,5%
- Fundo partidárioR$ 2353,5%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 2.49436,9%
- Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 2.42935,9%
- ServiçosR$ 3244,8%
- EventosR$ 80,1%
- EscritórioR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Mantena (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,2 por voto. Quem venceu, Maria Do Moreno, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,4; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ilton Lopes CIDADANIAR$ 11 mil · 175 votosR$ 63,4
- Joao Dapae DEMR$ 10 mil · 161 votosR$ 62,2
- Dinei Do Zé Do Coco PODER$ 7,7 mil · 180 votosR$ 42,8
- Fernandinho Da Igreja PSLR$ 7,9 mil · 212 votosR$ 37,2
- Pauilinho Do Loteamento PODER$ 16 mil · 522 votosR$ 30,9
- Hudson Said PODER$ 9,2 mil · 356 votosR$ 25,9
- Hélio Gregório PTR$ 8,4 mil · 333 votosR$ 25,2
- Wesley Da Vila Son SOLIDARIEDADER$ 7,5 mil · 364 votosR$ 20,7
- Anderson Branca De Neve PSDBR$ 9,5 mil · 526 votosR$ 18,1
- Genivaldo CIDADANIAR$ 12 mil · 670 votosR$ 17,9
- Sargento Ricardo PSDR$ 8,5 mil · 533 votosR$ 16
- Maria Do Moreno PODER$ 8,1 mil · 507 votosR$ 16
Votos por real
- 2016, vereador: 178 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 244 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.