Marcelo do Cirilo
Marcelo Brandao · nasceu em 1974
Marcelo do Cirilo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo do Cirilo declarou R$ 4.166 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 4.599, já descontada a inflação.
Declarou 19% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Marcelo do CiriloR$ 4.166
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo do Cirilo declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Gonçalo do Pará (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, São Gonçalo do Pará (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,5 por voto. Quem venceu, Neia, gastou R$ 3,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 793; o mais barato, R$ 3,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosinha Do Restaurante MDBR$ 17 mil · 21 votosR$ 793
- Ilcara Milagre MDBR$ 16 mil · 84 votosR$ 191
- Taco Do Quilombo MDBR$ 17 mil · 128 votosR$ 131
- Josy Campos MDBR$ 16 mil · 148 votosR$ 108
- Walter Mega Byte PSLR$ 1,1 mil · 23 votosR$ 49,2
- Fernando Do Ernesto PSDR$ 1,4 mil · 70 votosR$ 20,2
- Cidinha CIDADANIAR$ 2,7 mil · 163 votosR$ 16,5
- Johnn Lenon PSDR$ 863 · 66 votosR$ 13,1
- Paulo Viriato PSBR$ 2,9 mil · 273 votosR$ 10,5
- Sales Motorista PDTR$ 1,7 mil · 383 votosR$ 4,43
- Wandech Vaca PDTR$ 1,7 mil · 446 votosR$ 3,88
- Neia PDTR$ 1,2 mil · 312 votosR$ 3,86
Votos por real
- 2016, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.