Marcelo Del Bosco
Marcelo Costa Del Bosco Amaral · nasceu em 1972
Marcelo Del Bosco se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2016), MDB (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 50 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado estadual · São PauloMDB 15345· centro-direitasuplente7.389 votos; 415º mais votado de 1.924 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloCIDADANIA 23323· centro· na urna, Marcelo Del Bosco Amaralsuplente13.313 votos; 254º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Marcelo Del Bosco teve 7.389 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 415º lugar entre 1.924 candidatos.
Recebeu votos em 148 cidades. São Paulo deu 36,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Marcelo Del Bosco declarou R$ 598,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2022.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2022.
- Marcelo Del BoscoR$ 598,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 95,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 922,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- LCI bradescoR$ 283,1 milOutras aplicações
- Cotas da empresa amapaR$ 134,9 milQuotas ou quinhões de capital
- Lote de terrenoR$ 102,4 milTerreno
- 49 Cabeças de bovinosR$ 59 milRebanho e animais
- CDB- bradescoR$ 12,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta poupança bradescoR$ 5.427Caderneta de poupança
- Canta poupança CEFR$ 402Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Marcelo Del Bosco declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 531 mil.
Campanha a campanha
2022 · Deputado estadual · São Paulo · MDB · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 240,2 mil78,4%
- Próprio bolsoR$ 38,7 mil12,6%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 27,6 mil9%
Para onde foi
- Pessoal37 pessoas, não nomeadasR$ 40 mil13%
- TransporteR$ 11 mil3,6%
- EscritórioR$ 8.8272,9%
- ServiçosR$ 8.6472,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.4020,8%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2022
Mediana da disputa: R$ 21,4 por voto. Quem venceu, Bruna Furlan, gastou R$ 7,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 7,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Alessandra Algarin PODER$ 1,5 milhão · 9.817 votosR$ 153
- Patrícia Bezerra PSDBR$ 1,5 milhão · 22.731 votosR$ 65,2
- Marcelo Barbieri MDBR$ 1,4 milhão · 21.163 votosR$ 65,2
- Frota PSDBR$ 1,5 milhão · 24.224 votosR$ 60,8
- Célia Leão PSDBR$ 1,5 milhão · 36.851 votosR$ 41,6
- Murilo Felix PODER$ 1,5 milhão · 38.210 votosR$ 38,8
- Mario Lacerda CIDADANIAR$ 1,4 milhão · 41.346 votosR$ 33,6
- Alessandra Gonzaga PSDBR$ 1,5 milhão · 45.002 votosR$ 32,8
- Fernando Galvão UNIÃOR$ 1,5 milhão · 47.359 votosR$ 31,1
- Audrey Kleys PPR$ 1,4 milhão · 50.028 votosR$ 27,7
- Clarice Ganem PODER$ 1,5 milhão · 59.342 votosR$ 25,3
- Maria Lucia Amary PSDBR$ 1,6 milhão · 66.956 votosR$ 24,5
- Ortiz Junior PSDBR$ 1,6 milhão · 66.914 votosR$ 23,7
- Dra Damaris Moura PSDBR$ 1,5 milhão · 62.971 votosR$ 23,2
- Luiz Claudio Marcolino PTR$ 1,5 milhão · 70.487 votosR$ 21,4
- Mauro Bragato PSDBR$ 1,5 milhão · 78.142 votosR$ 18,9
- Thainara Faria PTR$ 1,7 milhão · 91.388 votosR$ 18,5
- Marina Helou REDER$ 1,5 milhão · 85.517 votosR$ 17,5
- Barros Munhoz PSDBR$ 1,4 milhão · 86.372 votosR$ 16,7
- Analice Fernandes PSDBR$ 1,4 milhão · 90.135 votosR$ 16
- Carlão Pignatari PSDBR$ 1,5 milhão · 105.245 votosR$ 14,3
- Marcia Lia PTR$ 1,5 milhão · 108.587 votosR$ 13,9
- Vinicius Camarinha PSDBR$ 1,4 milhão · 123.316 votosR$ 11,1
- Gerson Pessoa PODER$ 1,5 milhão · 143.704 votosR$ 10,4
- Emídio De Souza PTR$ 1,4 milhão · 157.834 votosR$ 8,82
- Itamar Borges MDBR$ 1,5 milhão · 183.480 votosR$ 8,17
- Carla Morando PSDBR$ 1,4 milhão · 177.773 votosR$ 7,65
- Ana Carolina Serra CIDADANIAR$ 1,5 milhão · 198.698 votosR$ 7,43
- Bruna Furlan PSDBR$ 1,4 milhão · 195.436 votosR$ 7,16
Votos por real
- 2022, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.