Marcelo de Tiãozinho
Marcelo Cordeiro de Sa · nasceu em 1981
Marcelo de Tiãozinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2012), PTB (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcelo de Tiãozinho declarou R$ 29,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 80,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Marcelo de TiãozinhoR$ 29,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo de Tiãozinho declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 5,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Montezuma (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.06163,5%
- Outros candidatosR$ 61136,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Montezuma (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 15,6 por voto. Quem venceu, Claudia De Som, gastou R$ 9,73 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.061; o mais barato, R$ 9,73.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irani MDBR$ 3,2 mil · 3 votosR$ 1.061
- Litinha De Zé Mutamba MDBR$ 3,2 mil · 5 votosR$ 637
- Regina MDBR$ 3,2 mil · 13 votosR$ 245
- Carla De Nice De Humberto MDBR$ 3,2 mil · 19 votosR$ 168
- Chefe Da Banda MDBR$ 2,6 mil · 132 votosR$ 20
- Gô De Miguel Vieira REPUBLICANOSR$ 2,5 mil · 148 votosR$ 17
- Douglas De Devaldo MDBR$ 2,7 mil · 176 votosR$ 15,6
- Rosangela De Frederico REPUBLICANOSR$ 5,6 mil · 405 votosR$ 13,9
- Edimilson Chorró PTBR$ 2,5 mil · 193 votosR$ 13
- Edson Do Sindicato REPUBLICANOSR$ 3,1 mil · 257 votosR$ 12,1
- Euds De Natan PTBR$ 3,1 mil · 281 votosR$ 10,9
- Claudia De Som PTBR$ 2,8 mil · 291 votosR$ 9,73
Votos por real
- 2020, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 5,4 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.