Marcelo da Farmacia
Marcelo Eduardo de Souza · nasceu em 1962
Marcelo da Farmacia se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelo da Farmacia declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 46,2 mil acima da inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Marcelo da FarmaciaR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo da Farmacia declarou ao TSE R$ 3,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Oratórios (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.86255,9%
- PessoasR$ 1.42542,8%
- PartidoR$ 451,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.61948,6%
- ServiçosR$ 1.42542,8%
- Material impressoR$ 2407,2%
- EscritórioR$ 491,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Oratórios (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 52,9 por voto. Quem venceu, Tião, gastou R$ 33,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 33,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cici Da Trindade PTBR$ 3,5 mil · 13 votosR$ 273
- Baiano PTBR$ 4,1 mil · 15 votosR$ 271
- Geraldo De Dona Vera PLR$ 3,7 mil · 14 votosR$ 267
- Rejane Fisioterapeuta PLR$ 5,1 mil · 32 votosR$ 159
- Arlindo Da Trindade PTBR$ 3,9 mil · 62 votosR$ 62,7
- Eliane De Carlinho De Zé Lalau PTBR$ 5,2 mil · 94 votosR$ 54,9
- Gonzaga Do Bar PTBR$ 4,7 mil · 89 votosR$ 52,9
- Alysson De Odilon PSDBR$ 8,1 mil · 158 votosR$ 51,3
- Juninho De Regina PTBR$ 4,6 mil · 90 votosR$ 51,2
- Gilberto Mol PTBR$ 3,6 mil · 83 votosR$ 43
- Marcio Campos MDBR$ 3,9 mil · 94 votosR$ 41,7
- Tião PLR$ 6 mil · 181 votosR$ 33,2
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.