Apuração
Deputado estadual · 2018 · PROS

Marcelo D2

Marcelo Penha de Souza Ferraz · nasceu em 1990

Marcelo D2 se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2018, e foi eleito em 1.

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Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PROS2018PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Sempre pelo PROS.

Dep. estadualVereadorPartidoPROS20162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 28 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · São Paulo
    PROS 90002· direita
    suplente4.277 votos; 513º mais votado de 1.959 no estado
  2. 2016
    Vereador · Paulínia (SP)
    PROS 90902· direita
    eleito753 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Marcelo D2 teve 4.277 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 513º lugar entre 1.959 candidatos.

Recebeu votos em 104 cidades. Paulínia deu 65,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.

4.277 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.277 votos.
  1. Paulínia (SP)2.789 votos65,2%
  2. Campinas (SP)474 votos11,1%
  3. Cosmópolis (SP)343 votos8%
  4. São Paulo (SP)129 votos3%
  5. Sumaré (SP)78 votos1,8%
  6. Outras 89 cidades217 votos5,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo D2 declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 98 mil, 11% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · São Paulo · PROS · suplente

De onde veio

R$ 97,9 mil
11% veio de fundos públicos; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 97,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 87,1 mil89%

Para onde foi

R$ 82 mil
O maior gasto foi com pessoal: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 82 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal28 pessoas, não nomeadasR$ 34 mil41,5%
  2. InternetR$ 3.1673,9%
  3. EscritórioR$ 3.0553,7%
  4. OutrosR$ 7540,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 27 por voto. Quem venceu, Daniel José, gastou R$ 8,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 194; o mais barato, R$ 8,20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 52 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.