Apuração
Vereador · 2024 · DC

Marcelo Coelhão

Marcelo Teixeira de Menezes · nasceu em 1968

Marcelo Coelhão se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2016PSC2022NOVO2024DC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 4 partidos: MDB (2004–2008), PSC (2016), NOVO (2022), DC (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBPSCNOVODC’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Nova Iguaçu (RJ)
    DC 27616· direita
    não eleito
  2. 2022
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    NOVO 30616· direita· na urna, Marcelo Menezes
    não eleito883 votos; 665º mais votado de 1.561 no estado
  3. 2016
    Vereador · Nilópolis (RJ)
    PSC 20616· direita
    não eleito
  4. 2008
    Vereador · Nilópolis (RJ)
    MDB 15616· centro
    suplente
  5. 2004
    Vereador · Nilópolis (RJ)
    MDB 15616· centro· na urna, Marcelo Coelhao
    eleito1.874 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Marcelo Coelhão teve 883 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 665º lugar entre 1.561 candidatos.

Recebeu votos em 40 cidades. Rio de Janeiro deu 29,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.

883 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 883 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)259 votos29,3%
  2. Nova Iguaçu (RJ)215 votos24,3%
  3. Nilópolis (RJ)134 votos15,2%
  4. Mesquita (RJ)82 votos9,3%
  5. Belford Roxo (RJ)29 votos3,3%
  6. Outras 25 cidades47 votos5,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Marcelo Coelhão declarou R$ 710,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 387,1 mil acima da inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 710,7 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 590.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2022.

Cada quadrado é 1% de R$ 710,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Casa rua joaquim maximo soares 65 olinda nilópolis RJR$ 361,4 mil
    Casa
  2. AP na rua dos badejos 180 AP 106 aquisição de um 1/15 do…R$ 144,5 mil
    Apartamento
  3. Casa em são pedro da aldeiaR$ 120,5 mil
    Casa
  4. Kia sorrento ano 2011R$ 60,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Automóvel pegueot 206 SE 2006R$ 14,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Automóvel renault clio sedan ano 2002R$ 9.637
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcelo Coelhão declarou ao TSE R$ 230 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 130 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Nova Iguaçu (RJ) · DC · não eleito

De onde veio

R$ 10,9 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,9 mil.
  1. PessoasR$ 7.65670,4%
  2. Próprio bolsoR$ 3.22329,6%

Para onde foi

R$ 22,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22,7 mil.
  1. Material impressoR$ 13,2 mil58%
  2. PessoalR$ 8.20336,2%
  3. InternetR$ 8533,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3061,3%
  5. TransporteR$ 1720,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Iguaçu (RJ), 2024

Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Dr Manoel Barreto(Manoelzinho), gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.949; o mais barato, R$ 12,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 5,3 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 46 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 9,3 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.