Marcelo Cavalcante
Marcelo Cavalcante Carvalho · nasceu em 1970
Marcelo Cavalcante se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marcelo Cavalcante teve 851 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 291º lugar entre 473 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Cidade Ocidental deu 80,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marcelo Cavalcante declarou R$ 238,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 128,3 mil acima da inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.
- Marcelo CavalcanteR$ 238,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Cavalcante declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 42 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Cidade Ocidental (GO) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.78392%
- PartidoR$ 5018%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cidade Ocidental (GO), 2008
Mediana da disputa: R$ 59,1 por voto. Quem venceu, Clauber Morlé, gastou R$ 26,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 26,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Firmino Morais/Firmino PTR$ 28 mil · 88 votosR$ 313
- Dra. Vera/ Dra. Vera Camões DEMR$ 16 mil · 82 votosR$ 191
- Geraldinho PRTBR$ 94 mil · 583 votosR$ 162
- Rogério Mourão PSBR$ 45 mil · 400 votosR$ 113
- Sandra Braga PTR$ 41 mil · 367 votosR$ 112
- Paulo Rogério PTR$ 33 mil · 542 votosR$ 60,1
- Marcelo Araujo REPUBLICANOSR$ 23 mil · 389 votosR$ 59,1
- Ney Perez CIDADANIAR$ 24 mil · 428 votosR$ 55
- Rodolfo DEMR$ 18 mil · 368 votosR$ 49,5
- Juscelino PLR$ 14 mil · 353 votosR$ 38,7
- Lula/Lulinha/Lula Viana PTR$ 22 mil · 623 votosR$ 35,9
- Clauber Morlé PTBR$ 13 mil · 511 votosR$ 26,2
Votos por real
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.