Apuração
Deputado estadual · 2022 · NOVO

Marcelo Cabral

Luiz Marcelo Cabral Tavares · nasceu em 1970

Marcelo Cabral se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoNOVO+0,69← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018NOVO2022NOVO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo NOVO.

Dep. federalDep. estadualPartidoNOVO201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, suplente.

Declarou ao TSE em 2022: 51 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Minas Gerais
    NOVO 30444· direita
    suplente3.925 votos; 332º mais votado de 1.353 no estado
  2. 2018
    Deputado federal · Minas Gerais
    NOVO 3013· direita· na urna, Procurador Marcelo Cabral
    suplente4.772 votos; 227º mais votado de 825 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Marcelo Cabral teve 3.925 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 332º lugar entre 1.353 candidatos.

Recebeu votos em 198 cidades. Juiz de Fora deu 38,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,1%.

3.925 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 3.925 votos.
  1. Juiz de Fora (MG)1.491 votos38%
  2. Barbacena (MG)752 votos19,2%
  3. Belo Horizonte (MG)447 votos11,4%
  4. Lima Duarte (MG)58 votos1,5%
  5. Santos Dumont (MG)57 votos1,5%
  6. Outras 183 cidades782 votos19,9%
As outras 1 eleições para deputado
4.772 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.772 votos.
  1. Barbacena (MG)1.479 votos31%
  2. Belo Horizonte (MG)784 votos16,4%
  3. Juiz de Fora (MG)444 votos9,3%
  4. Alfredo Vasconcelos (MG)77 votos1,6%
  5. Contagem (MG)65 votos1,4%
  6. Outras 304 cidades1.452 votos30,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Marcelo Cabral declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2022, o total subiu R$ 916 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.402.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2022.

  • Marcelo CabralR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 96,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 947,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. apartamento financiado da Rua Belizário PenaR$ 1 mi
    Apartamento
  2. apartamento financiado da Rua Luz InteriorR$ 479,4 mil
    Apartamento
  3. Chevrolet Tracker LT 2021/2022R$ 131,3 mil
    Outros bens móveis
  4. Valores somados em conta corrente em torno de R$ 25.000R$ 30,1 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcelo Cabral declarou ao TSE R$ 191 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 153 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Minas Gerais · NOVO · suplente

De onde veio

R$ 153,4 mil
0% veio de fundos públicos; 17 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 153,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 71,3 mil46,5%
  2. Outros candidatosR$ 2.5041,6%

Para onde foi

R$ 137,5 mil
O maior gasto foi com serviços: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 137,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 33,6 mil24,5%
  2. RepassesTudo de Eleicao 2022 Carlos Eduardo Amaral Pereira Da Silva Deputado FederalR$ 30 mil21,8%
  3. EscritórioR$ 3.6272,6%
  4. Material impressoR$ 3.1052,3%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 6610,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2022

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cassio Soares, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 541; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 140 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.