Marcelo Bond
Marcelo da Silva de Viveiros · nasceu em 1971
Marcelo Bond se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2004), AVANTE (2008–2012), PSL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, taxista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelo Bond declarou R$ 154,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 127,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelo Bond declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Japeri (RJ) · PSL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.28058,7%
- Próprio bolsoR$ 1.60341,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.61193%
- ServiçosR$ 2747%
Quanto custou cada voto: vereador, Japeri (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Roberta Bailune, gastou R$ 18,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 18,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Zilá PSCR$ 16 mil · 120 votosR$ 134
- Joao Penco CIDADANIAR$ 19 mil · 201 votosR$ 93,6
- Guigo Da Padaria MDBR$ 48 mil · 586 votosR$ 82,6
- Zé Carlos PTR$ 32 mil · 652 votosR$ 48,5
- Afonso Russo REPUBLICANOSR$ 19 mil · 468 votosR$ 41,3
- Dr. Fernanda Ontiveros PDTR$ 24 mil · 715 votosR$ 34,2
- Pr Alex Gonçalves PSLR$ 43 mil · 1.381 votosR$ 31,3
- Fabinho Do Guandu PSDBR$ 20 mil · 961 votosR$ 21,1
- Helder PSLR$ 25 mil · 1.224 votosR$ 20,6
- Ivan Silva DCR$ 18 mil · 878 votosR$ 20,2
- Walter Trajano PSDBR$ 18 mil · 924 votosR$ 19,9
- Roberta Bailune SOLIDARIEDADER$ 19 mil · 1.042 votosR$ 18,2
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 442 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.