Marcelo Biriba
Marcelo Santos Rosa · nasceu em 1971
Marcelo Biriba se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PSC (2004), AVANTE (2008–2012), REPUBLICANOS (2016), DC (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, ensino médio, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroAVANTE 7011· centro-direitanão eleito12.658 votos; 104º mais votado de 751 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcelo Biriba teve 12.658 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 104º lugar entre 751 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Mesquita deu 69,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcelo Biriba declarou R$ 94,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2016, o total subiu R$ 25 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Marcelo Biriba declarou ao TSE R$ 84 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Mesquita (RJ) · REPUBLICANOS · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mesquita (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 34,8 por voto. Quem venceu, Mauricio Chagas, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.006; o mais barato, R$ 15,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lidiane Chatuba Tem Voz REPUBLICANOSR$ 87 mil · 87 votosR$ 1.006
- Professora Simone PTR$ 45 mil · 181 votosR$ 247
- Tia Raquel PSDR$ 36 mil · 165 votosR$ 217
- Elaine Da Ong PRDR$ 44 mil · 372 votosR$ 117
- Augusto Cesar PTR$ 37 mil · 842 votosR$ 43,7
- Tiago Kurtz UNIÃOR$ 110 mil · 2.705 votosR$ 40,5
- Oliveira Do Gelo UNIÃOR$ 43 mil · 1.231 votosR$ 34,8
- Marcel Taí Gostei PPR$ 71 mil · 3.236 votosR$ 21,9
- Rodrigo Laeber REPUBLICANOSR$ 33 mil · 1.601 votosR$ 20,7
- Diogo Talento PRDR$ 71 mil · 3.568 votosR$ 20
- Mauricio Chagas PSDR$ 40 mil · 2.415 votosR$ 16,6
- Thiago Barbante UNIÃOR$ 33 mil · 2.165 votosR$ 15,4
Votos por real
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 202 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 260 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 1.199 votos por R$ 1.000, 21 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.