Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSD

Marcelo Moral

Marcelo Souza Brito · nasceu em 1969

Marcelo Moral se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008DEM2012PSD2016PSD2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012–2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoDEMPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, produtor agropecuário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Miguel Calmon (BA)
    PSD 13· direita
    Na chapa de Caca
    chapa eleita7.817 votos da chapa, 51,8%
  2. 2016
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    PSD 55333· direita
    eleito464 votos
  3. 2012
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    PSD 55333· direita· na urna, Moral
    eleito677 votos
  4. 2008
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    DEM 25333· direita
    eleito768 votos
  5. 2004
    Vereador · Miguel Calmon (BA)
    DEM 25633· direita· na urna, Marcelo
    eleito873 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Marcelo Moral declarou R$ 76,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 65,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 76,1 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 53.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 76,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelo Moral declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 30 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Miguel Calmon (BA) · PSD · eleito

De onde veio

R$ 8.187
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.187.
  1. Próprio bolsoR$ 7.21588,1%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 97211,9%

Para onde foi

R$ 8.187
O maior gasto foi com pessoal: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.187. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de Eliane Barros De Oliveira 57078785568R$ 2.91535,6%
  2. ServiçosR$ 4705,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1622%

Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Calmon (BA), 2016

Marcelo Moral: R$ 17,6 por voto (mediana da disputa, R$ 19,9). Quem venceu, Lucas De Dode, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,5; o mais barato, R$ 13,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Moral. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 237 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.