Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PDT

Marcelinho

Marcelo Rodrigues Silva · nasceu em 1973

Marcelinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PL2016PSC2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 4 partidos: PT (2008), PL (2012), PSC (2016), PDT (2024).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPLPSCPDT’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 50 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · Pirajuí (SP)
    PDT 11· centro-esquerda
    Na chapa de Juliana Nagano
    chapa não eleita1.280 votos da chapa, 11,4%
  2. 2016
    Vereador · Pirajuí (SP)
    PSC 20100· direita
    não eleito
  3. 2012
    Vereador · Pirajuí (SP)
    PL 22100· direita
    eleito312 votos
  4. 2008
    Vereador · Pirajuí (SP)
    PT 13777· centro-esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Marcelinho declarou R$ 2.095 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 7.342, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.095
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 956 na declaração)

Declarou 6% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • MarcelinhoR$ 2.095
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.095. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelinho declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pirajuí (SP) · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 2.439
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.439.
  1. Próprio bolsoR$ 2.26793%
  2. Outros candidatosR$ 1727%

Para onde foi

R$ 2.346
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Pirajuí (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Celsinho Vianna, gastou R$ 15,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 300; o mais barato, R$ 15,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.