Marcelinho
Marcelo Marinho Costa Leite · nasceu em 1967
Marcelinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PL (2004), PDT (2012–2016), PSC (2020), PC do B (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, até o fundamental, pescador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Bacurituba (MA)PC do B 40· esquerdaNa chapa de Antonio Carloschapa não eleita1.802 votos da chapa, 38,2%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Marcelinho declarou R$ 335,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 100,9 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcelinho declarou ao TSE R$ 5,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,4 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Bacurituba (MA) · PSC · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Bacurituba (MA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11 por voto. Quem venceu, Julio Do Carmo, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 262; o mais barato, R$ 1,96.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Pedro Costa MDBR$ 7,1 mil · 27 votosR$ 262
- Selma Cabral PSDR$ 509 · 42 votosR$ 12,1
- Julio Do Carmo PSDR$ 1,9 mil · 171 votosR$ 11
- Chico Barros PLR$ 198 · 101 votosR$ 1,96
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.