Marcão
Marco Antonio Tavares · nasceu em 1972
Marcão se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 44 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Bandeira do Sul (MG)PDT 12023· centro-esquerda· na urna, Marcão da Prefeituraeleito211 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcão declarou R$ 516,7 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 64 mil, já descontada a inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- MarcãoR$ 516,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Duas casas na rua lazaro rodriguesR$ 162,5 milPrédio residencial
- Rua 08 de marçoR$ 113,7 milCasa
- No bairro jardim floresta 250M²R$ 65 milTerreno
- Rua joao vilela de carvalhoR$ 65 milCasa
- Avenida juca maureR$ 48,7 milTerreno
- Carro volkswagen cross fox cinza 2007/2008 placa: HHE-9494R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhonete fiat fiorino bege 1991R$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcão declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Bandeira do Sul (MG) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 81045,3%
- Próprio bolsoR$ 71940,2%
- Outros candidatosR$ 25914,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 94452,8%
- PessoalR$ 81045,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 211,2%
- EscritórioR$ 130,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Bandeira do Sul (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,3 por voto. Quem venceu, Wandinho Eletricista, gastou R$ 6,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,2; o mais barato, R$ 6,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ribeiro CIDADANIAR$ 1,9 mil · 21 votosR$ 90,2
- Carlinhos Do Jadir PVR$ 11 mil · 188 votosR$ 60,5
- Caseli PSDR$ 2 mil · 61 votosR$ 33,5
- Marlene Bastos MDBR$ 2 mil · 68 votosR$ 28,8
- Jusshara Costa PVR$ 2,6 mil · 125 votosR$ 20,9
- Maria Capituva PSDBR$ 2 mil · 98 votosR$ 20,9
- Laudiceia MDBR$ 2,2 mil · 109 votosR$ 20,3
- Zezinho Barreiro PVR$ 1,9 mil · 120 votosR$ 16,1
- Wilians Do Oswaldo PPR$ 2 mil · 135 votosR$ 14,9
- Anivaldo Garcia Chapa Coco PDTR$ 1,8 mil · 131 votosR$ 13,7
- Edervan Do Frigorífico PSDBR$ 3 mil · 246 votosR$ 12,2
- Wandinho Eletricista PVR$ 2,2 mil · 332 votosR$ 6,52
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.