Marçal
João José Marçal · nasceu em 1952
Marçal se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 72 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Santa CatarinaPP 11470· direita· na urna, Zé Marçalsuplente3.728 votos; 145º mais votado de 301 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Marçal teve 3.728 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 145º lugar entre 301 candidatos.
Recebeu votos em 60 cidades. Blumenau deu 80,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marçal declarou R$ 257,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- MarçalR$ 257,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marçal declarou ao TSE R$ 95 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Blumenau (SC) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,9 mil46,7%
- PessoasR$ 7.36526,6%
- PartidoR$ 7.36026,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 14,7 mil53,3%
- EscritórioR$ 9.96436,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.94410,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Blumenau (SC), 2012
Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Ivan Naatz, gastou R$ 24,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 22,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto PDTR$ 151 mil · 1.278 votosR$ 118
- Marco Antonio Wanrowsky PSDBR$ 220 mil · 2.621 votosR$ 83,9
- Vanio PTR$ 95 mil · 1.727 votosR$ 54,9
- Celio Dias PLR$ 133 mil · 2.606 votosR$ 50,9
- Mario Hildebrandt PSDR$ 255 mil · 5.482 votosR$ 46,6
- Cezar Cim PPR$ 121 mil · 2.736 votosR$ 44,3
- Fabio Fiedler PSDR$ 239 mil · 5.542 votosR$ 43,2
- Ailton De Souza Ito PPR$ 82 mil · 2.094 votosR$ 39,4
- Vanderlei PTR$ 103 mil · 2.812 votosR$ 36,5
- Robinho PSDR$ 145 mil · 4.514 votosR$ 32,2
- Ivan Naatz PDTR$ 128 mil · 5.292 votosR$ 24,1
- Almir Vieira PSDR$ 98 mil · 4.257 votosR$ 22,9
Votos por real
- 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 95 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 464 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.