Maranhão do Bar
Orisvaldo Bezerra de Souza · nasceu em 1977
Maranhão do Bar se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Maranhão do Bar declarou R$ 71,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 6.233 acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Maranhão do BarR$ 71,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Maranhão do Bar declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Apiacás (MT) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.69863,4%
- Outros candidatosR$ 97936,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Apiacás (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Vilceles Cabeça, gastou R$ 8,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 268; o mais barato, R$ 8,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudinha Cantora PODER$ 2,4 mil · 9 votosR$ 268
- Miguel Da Civil PPR$ 3,1 mil · 24 votosR$ 130
- Tuta Pires PTR$ 2,4 mil · 20 votosR$ 121
- Toninho Jóias MDBR$ 2,5 mil · 45 votosR$ 55,5
- Alemão Da Matsuda PPR$ 3,3 mil · 69 votosR$ 48,1
- Maurilio Veiga PLR$ 4 mil · 97 votosR$ 40,9
- Márcio Motos PSDBR$ 2,4 mil · 66 votosR$ 36,6
- Leilson Do Mutum DEMR$ 4,8 mil · 167 votosR$ 28,5
- Maninho Da Globosat DEMR$ 3,3 mil · 118 votosR$ 28,1
- Regina Pizoli PPR$ 6,3 mil · 235 votosR$ 26,9
- Miro Da Borracharia PLR$ 3,8 mil · 211 votosR$ 17,9
- Vilceles Cabeça PODER$ 2,5 mil · 297 votosR$ 8,48
Votos por real
- 2020, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.