Apuração
Vereadora · 2012 · PDT

Mara Pilger

nasceu em 1964

Mara Pilger disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Brochier (RS)), pelo PDT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPDT2012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Brochier (RS)
    PDT 12123· centro-esquerda
    suplente79 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Mara Pilger declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 548.000 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Mara PilgerR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Uma área de terras com 22.000R$ 482,1 mil
    Terra nua
  2. Uma casa na rua alberto neisR$ 438,3 mil
    Casa
  3. Uma área de terras com 13.000R$ 263 mil
    Terra nua
  4. Um automóvel VW gol plus miR$ 17,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Mara Pilger declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Brochier (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.113
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 11% identificado como fundo partidário. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.113.
  1. Próprio bolsoR$ 99689,5%
  2. Fundo partidárioR$ 11710,5%

Para onde foi

R$ 1.113
O maior gasto foi com transporte: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.113.
  1. TransporteR$ 78070%
  2. Material impressoR$ 33430%

Quanto custou cada voto: vereadora, Brochier (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Maninho, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 100; o mais barato, R$ 17,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Samanta Lais DEMR$ 3,3 mil · 33 votosR$ 100
  • Mem De Sá PSBR$ 3,1 mil · 44 votosR$ 69,9
  • Lorimar MDBR$ 4,1 mil · 64 votosR$ 63,5
  • Elson MDBR$ 3,6 mil · 100 votosR$ 35,8
  • Teodato Backes PDTR$ 2,4 mil · 87 votosR$ 27,7
  • Beto Ferreira MDBR$ 4 mil · 158 votosR$ 25,1
  • Illo Müller MDBR$ 3,9 mil · 169 votosR$ 23,1
  • Ney Bilhar MDBR$ 3,9 mil · 179 votosR$ 21,7
  • Gustavo Xiru MDBR$ 3,7 mil · 187 votosR$ 19,7
  • Beto Sacksen MDBR$ 4,3 mil · 241 votosR$ 17,8
  • Darci Scherer PTR$ 2,5 mil · 141 votosR$ 17,6
  • Maninho PTBR$ 2,6 mil · 149 votosR$ 17,4

Votos por real

  • 2012, vereadora: 71 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.