Apuração
Vereador · 2024 · PDT

Mão da 21

Claudemar Littig · nasceu em 1974

Mão da 21 se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DC2012PDT2016PDT2018PDT2020PDT2024PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: DC (2008), PDT (2012–2024).

Dep. federalVereadorPartidoDCPDT’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Cacoal (RO)
    PDT 12600· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2020
    Vereador · Cacoal (RO)
    PDT 12600· centro-esquerda· na urna, Mão
    não eleito542 votos
  3. 2018
    Deputado federal · Rondônia
    PDT 1200· centro-esquerda· na urna, Mão de Cacoal
    suplente4.370 votos; 32º mais votado de 92 no estado
  4. 2016
    Vereador · Cacoal (RO)
    PDT 12600· centro-esquerda· na urna, Mao
    eleito1.056 votos
  5. 2012
    Vereador · Cacoal (RO)
    PDT 12600· centro-esquerda· na urna, Mão
    eleito860 votos
  6. 2008
    Vereador · Cacoal (RO)
    DC 27470· direita· na urna, Claudemar Mão
    suplente686 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Mão da 21 teve 4.370 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 32º lugar entre 92 candidatos.

Recebeu votos em 48 cidades. Cacoal deu 69,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.

4.370 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.370 votos.
  1. Cacoal (RO)3.036 votos69,5%
  2. Espigão do Oeste (RO)438 votos10%
  3. Pimenta Bueno (RO)116 votos2,7%
  4. Ministro Andreazza (RO)101 votos2,3%
  5. São Francisco do Guaporé (RO)73 votos1,7%
  6. Outras 33 cidades177 votos4,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Mão da 21 declarou R$ 445,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2024.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 445,7 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 403.461 na declaração)

Declarou 8,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2024.

  • Mão da 21R$ 445,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 55,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 143,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 445,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Participação no Lote Terra ruralR$ 265,1 mil
    Terreno rural
  2. Participação no lote terra ruralR$ 87,3 mil
    Terreno rural
  3. Fiat palio fire ano 2014R$ 46,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Ford ka SE 1.0 ano 2015R$ 42,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Junto ao banco SicoobR$ 2.774
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Junto ao banco NU FinanceiraR$ 1.607
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Mão da 21 declarou ao TSE R$ 104 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 27 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Cacoal (RO) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 20,2 mil
54% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20,2 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 10,9 mil54,2%
  2. Próprio bolsoR$ 9.23145,8%

Para onde foi

R$ 17 mil
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17 mil.
  1. PessoalR$ 11 mil64,7%
  2. Material impressoR$ 5.53832,7%
  3. ServiçosR$ 4372,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Cacoal (RO), 2024

Mediana da disputa: R$ 71,7 por voto. Quem venceu, Marilande Alves, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 360; o mais barato, R$ 20,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 128 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 260 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.