Manu Basile da Saúde
Manuela Cris Basile Liberato de Oliveira · nasceu em 1993
Manu Basile da Saúde se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleita em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2024.
Sempre pelo REPUBLICANOS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 31 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Manu Basile da Saúde declarou R$ 2.404 em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 6.933, já descontada a inflação.
Declarou 11% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Manu Basile da SaúdeR$ 2.404
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manu Basile da Saúde declarou ao TSE R$ 2,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Angatuba (SP) · REPUBLICANOS · eleita
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereadora, Angatuba (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 36,1 por voto. Quem venceu, Maria Teresa, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 384; o mais barato, R$ 7,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joao Vitor PLR$ 14 mil · 37 votosR$ 384
- Maira Maciel PLR$ 3,3 mil · 23 votosR$ 143
- Du Do Sindicato MDBR$ 11 mil · 140 votosR$ 78,4
- Policial Plens PLR$ 3,6 mil · 80 votosR$ 44,8
- Nilda Maceno PLR$ 16 mil · 370 votosR$ 42,4
- Maria Do Olavo PVR$ 2,8 mil · 72 votosR$ 39,4
- Paulo Da Transpen PLR$ 3,3 mil · 91 votosR$ 36,1
- Everton Ton PLR$ 3,3 mil · 97 votosR$ 33,8
- Jair Da Ong REPUBLICANOSR$ 4,4 mil · 232 votosR$ 18,9
- Bruno Américo Santi PSDR$ 7,7 mil · 474 votosR$ 16,3
- Maria Teresa PSDR$ 3,9 mil · 362 votosR$ 10,8
- Pedro Saci UNIÃOR$ 3,1 mil · 391 votosR$ 7,99
Votos por real
- 2020, vereadora: 228 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.