Manoelzinho
Manoel Martins Pereira · nasceu em 1971
Manoelzinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 37 anos, superior incompleto, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Manoelzinho declarou R$ 277,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- ManoelzinhoR$ 277,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoelzinho declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 873.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Engenheiro Coelho (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28447,1%
- PartidoR$ 24440,4%
- Outros candidatosR$ 7512,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 31676,6%
- EscritórioR$ 9422,7%
- Sem categoriaR$ 30,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Engenheiro Coelho (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 10,8 por voto. Quem venceu, Tino Pepi, gastou R$ 5,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,4; o mais barato, R$ 5,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marlene PTBR$ 14 mil · 179 votosR$ 76,4
- Prof. Patrícia DEMR$ 1,9 mil · 59 votosR$ 31,9
- Jair Da Cruz PSDBR$ 5 mil · 193 votosR$ 25,7
- Rogerio Cacheta DEMR$ 3,2 mil · 152 votosR$ 21,2
- Cosme Luis DEMR$ 1,9 mil · 89 votosR$ 21,2
- Zé Tomada DEMR$ 3,5 mil · 253 votosR$ 13,8
- Lucimara PSDBR$ 3,4 mil · 314 votosR$ 10,8
- Edi Da Estufa CIDADANIAR$ 3,7 mil · 383 votosR$ 9,74
- Renan Pacifico MDBR$ 3,2 mil · 339 votosR$ 9,56
- Guinho MDBR$ 2,7 mil · 298 votosR$ 8,89
- Marião Telão PLR$ 3,3 mil · 396 votosR$ 8,36
- Tino Pepi DEMR$ 1,8 mil · 320 votosR$ 5,49
Votos por real
- 2008, vereador: 2 votos por R$ 1.000, 4% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.