Manoel Rufino
Manoel Rufino de Souza · nasceu em 1965
Manoel Rufino se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PT (2008–2016), PSD (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, até o fundamental, agricultor, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Malhada (BA)PSD 13· centro-direitaNa chapa de Dr Gimmychapa eleita6.088 votos da chapa, 53,5%
- 2020Vice-prefeito · Malhada (BA)PSD 13· direitaNa chapa de Dr Gimmychapa eleita5.776 votos da chapa, 52,1%
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Manoel Rufino declarou R$ 140,1 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2024.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Casa residencial localizada a rua Riacho de SantanaR$ 55,2 milCasa
- Dinheiro em espécieR$ 44,2 milDinheiro em espécie
- 12 Hectares de terra por nome Fazenda CachoeiraR$ 39,8 milTerra nua
- Titulo de capitalizaçãoR$ 924Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Manoel Rufino declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Malhada (BA) · PT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.04864,1%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.26735,9%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 2.26735,9%
- Material impressoTudo de Silvanio Filgueira Neves - EppR$ 1.29520,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Malhada (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Cristiano, gastou R$ 9,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 9,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo De Chico PDTR$ 7 mil · 40 votosR$ 176
- Geiza Enfermeira PTR$ 8,9 mil · 91 votosR$ 97,9
- Carlinhos Da Cosan PTR$ 9,7 mil · 120 votosR$ 80,4
- Amos De Nengo PDTR$ 7,3 mil · 241 votosR$ 30,1
- Geraldo Pedro PSDR$ 7,9 mil · 270 votosR$ 29,4
- Dau Do Riachao PSBR$ 7,2 mil · 320 votosR$ 22,4
- Jorge Aragão PTR$ 9,6 mil · 452 votosR$ 21,3
- Manoel Messias PTR$ 7,6 mil · 434 votosR$ 17,5
- Marina Boa Sorte PLR$ 10 mil · 619 votosR$ 16,5
- Mario Zan DEMR$ 6,9 mil · 459 votosR$ 15,1
- Rafa Enfermeiro PPR$ 7,5 mil · 625 votosR$ 12
- Cristiano PSDR$ 7,5 mil · 759 votosR$ 9,90
Votos por real
- 2016, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 237 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.