Manoel Raymundo
Manoel Raymundo dos Santos · nasceu em 1944
Manoel Raymundo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo AGIR.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 68 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Manoel Raymundo declarou R$ 124,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 64,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Manoel RaymundoR$ 124,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Raymundo declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Embu das Artes (SP) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.12350%
- PartidoR$ 6.24738,4%
- PessoasR$ 1.88511,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.74953,8%
- TransporteR$ 3.66122,5%
- PessoalR$ 1.82011,2%
- EscritórioR$ 1.3998,6%
- OutrosR$ 6283,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Embu das Artes (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 85,9 por voto. Quem venceu, Dra. Bete, gastou R$ 53,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 211; o mais barato, R$ 53,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Oliveira PTR$ 155 mil · 734 votosR$ 211
- Nadir PTBR$ 136 mil · 752 votosR$ 181
- Tio Jarbas PDTR$ 181 mil · 1.183 votosR$ 153
- Ná PTR$ 233 mil · 1.971 votosR$ 118
- Carlinhos Do Sindicato PTR$ 108 mil · 1.060 votosR$ 102
- Prof. Silvino PTR$ 197 mil · 1.940 votosR$ 102
- Ney Santos PSCR$ 690 mil · 8.026 votosR$ 85,9
- Paulo Martins MDBR$ 117 mil · 1.562 votosR$ 75
- Joao Leite PTR$ 164 mil · 2.364 votosR$ 69,4
- Doda PTR$ 196 mil · 3.057 votosR$ 64,1
- Dr Pedro Valdir Amaro Gurgel PSDR$ 135 mil · 2.191 votosR$ 61,4
- Dra. Bete PDTR$ 176 mil · 3.285 votosR$ 53,6
Votos por real
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 500 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.