Manoel Quirino
Manoel Gomes Quirino · nasceu em 1945
Manoel Quirino se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 67 anos, ensino médio, policial militar. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Manoel Quirino declarou R$ 72,3 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Quirino declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · São José do Belmonte (PE) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 86657,1%
- PessoasR$ 65042,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São José do Belmonte (PE), 2012
Mediana da disputa: R$ 50,7 por voto. Quem venceu, Zé Lucas, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 67,4; o mais barato, R$ 20,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neide De Nelir PTBR$ 26 mil · 392 votosR$ 67,4
- Roberio PSBR$ 33 mil · 562 votosR$ 59
- Zezinho De Sata PLR$ 34 mil · 589 votosR$ 58
- Junior De Erles PLR$ 44 mil · 825 votosR$ 53
- Ramon Feitosa PLR$ 35 mil · 677 votosR$ 51,8
- Mário Do Jatobá PLR$ 35 mil · 679 votosR$ 51,6
- Nenga De Estobergue PTBR$ 43 mil · 840 votosR$ 50,7
- Banga PLR$ 40 mil · 861 votosR$ 46,4
- Nivaldo Da Sucam PLR$ 29 mil · 649 votosR$ 44,9
- Zéca Do Detran PLR$ 28 mil · 685 votosR$ 41,4
- Sargento Diniz PLR$ 36 mil · 981 votosR$ 36,4
- Zé Lucas PLR$ 37 mil · 1.765 votosR$ 20,7
Votos por real
- 2012, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.