Apuração
Vereador · 2020 · REDE

Manoel Pajé

Manoel Oliveira da Silva · nasceu em 1983

Manoel Pajé se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoREDE−0,10← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018REDE2020REDE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo REDE.

Dep. estadualVereadorPartidoREDE20182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Caetité (BA)
    REDE 18888· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2018
    Deputado estadual · Bahia
    REDE 18888· centro
    suplente1.351 votos; 264º mais votado de 576 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Manoel Pajé teve 1.351 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 264º lugar entre 576 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Caetité deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,7%.

1.351 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.351 votos.
  1. Caetité (BA)1.101 votos81,5%
  2. Tremedal (BA)38 votos2,8%
  3. Salvador (BA)36 votos2,7%
  4. Guanambi (BA)19 votos1,4%
  5. Lagoa Real (BA)17 votos1,3%
  6. Outras 51 cidades71 votos5,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Manoel Pajé declarou R$ 48,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 30,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 48,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 33.651 na declaração)

Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.

  • Manoel PajéR$ 48,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 7.182
  • Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Pajé declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,2 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Caetité (BA) · REDE · não eleito

De onde veio

R$ 4.216
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.209
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.209.
  1. Material impressoR$ 4.17999,3%
  2. EscritórioR$ 300,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Caetité (BA), 2020

Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Leonardo Monteiro, gastou R$ 8,83 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.294; o mais barato, R$ 8,83.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Hilda Cerqueira PSDR$ 23 mil · 18 votosR$ 1.294
  • Célia Santos PSDR$ 27 mil · 57 votosR$ 469
  • Nayra Sacramento PSDR$ 25 mil · 79 votosR$ 313
  • Professora Zezé Santos PSDR$ 24 mil · 130 votosR$ 185
  • Dácio Neto PSDR$ 14 mil · 322 votosR$ 43,8
  • Moacir Jose PTR$ 14 mil · 548 votosR$ 25,6
  • João Do Povo PSDR$ 21 mil · 1.017 votosR$ 20,7
  • Nen De Dácio PSDR$ 34 mil · 1.846 votosR$ 18,5
  • Rodrigo De Brejinho PTR$ 12 mil · 783 votosR$ 16
  • Deyvison Andrade PSDR$ 9,6 mil · 706 votosR$ 13,5
  • Mário Rebouças PSDR$ 11 mil · 1.050 votosR$ 10
  • Leonardo Monteiro PDTR$ 9,2 mil · 1.042 votosR$ 8,83

Votos por real

  • 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 1.351 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.