Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Manoel Medeiros

Manoel Medeiros Sobrinho · nasceu em 1948

Manoel Medeiros se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008MDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008–2012).

VereadorPartidoPSDBMDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 63 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · São Mamede (PB)
    MDB 15610· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vereador · São Mamede (PB)
    MDB 15234· centro
    suplente
  3. 2004
    Vereador · São Mamede (PB)
    PSDB 45678· centro-direita
    suplente130 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Manoel Medeiros declarou R$ 539 em bens, em reais de hoje.

R$ 539
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 200 na declaração)

Declarou 3% da mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2008.

  • Manoel MedeirosR$ 539
  • Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 50,6 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 539. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Manoel Medeiros declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · São Mamede (PB) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 1.058
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.058.
  1. Próprio bolsoR$ 83078,5%
  2. PessoasR$ 16115,2%
  3. Outros candidatosR$ 676,3%

Para onde foi

R$ 1.058
O maior gasto foi com material impresso: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.058.
  1. Material impressoR$ 40238%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 26825,3%
  3. OutrosR$ 22821,5%
  4. ServiçosR$ 16115,2%

Quanto custou cada voto: vereador, São Mamede (PB), 2008

Mediana da disputa: R$ 19,1 por voto. Quem venceu, Francisco Do Hospital, gastou R$ 8,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,2; o mais barato, R$ 8,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.