Manoel Lino
Manoel Soares Lino de Souza · nasceu em 1970
Manoel Lino se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), DC (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 42 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Manoel Lino declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Manoel LinoR$ 131,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Lino declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Chapada Gaúcha (MG) · DC · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Chapada Gaúcha (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 63,9 por voto. Quem venceu, Valter Vereador, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Patricia Da Prefeitura PPR$ 8,3 mil · 37 votosR$ 224
- Nilo DCR$ 7 mil · 62 votosR$ 113
- Lurdes PTR$ 15 mil · 175 votosR$ 85,1
- Toni Cabeça MDBR$ 9,9 mil · 129 votosR$ 77,1
- Torraca PTR$ 6,9 mil · 96 votosR$ 71,7
- Rone Rodrigues PTR$ 17 mil · 246 votosR$ 67,7
- Aguinel Do Cartorio PTR$ 14 mil · 218 votosR$ 63,9
- Rodrigo Sbruzzi PSDBR$ 15 mil · 247 votosR$ 59,6
- Jorge Lucas MDBR$ 10 mil · 212 votosR$ 49,4
- Jamerson Enfermeiro PSCR$ 10 mil · 209 votosR$ 49,1
- Robson Meireles PPR$ 8,6 mil · 189 votosR$ 45,5
- Valter Vereador PTR$ 8,4 mil · 420 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.