Manoel Leite
Manoel Leite Neto · nasceu em 1951
Manoel Leite se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2004–2008), PSDB (2012), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel Leite declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 25,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Manoel LeiteR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Leite declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,2 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Paulistas (MG) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 63396,8%
- PessoasR$ 213,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paulistas (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,4 por voto. Quem venceu, Deim, gastou R$ 7,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,3; o mais barato, R$ 7,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Das Neves DEMR$ 3,6 mil · 122 votosR$ 29,3
- Brioso MDBR$ 1,1 mil · 45 votosR$ 25,5
- Alisson Da Farmácia MDBR$ 3,6 mil · 155 votosR$ 23,3
- Carla DEMR$ 2,8 mil · 122 votosR$ 23,1
- Carmim DEMR$ 3,4 mil · 172 votosR$ 19,7
- Bilú Do Salão MDBR$ 1,1 mil · 56 votosR$ 18,8
- Suely Braz PTR$ 609 · 33 votosR$ 18,4
- Emerson Da Auto Escola PTR$ 856 · 52 votosR$ 16,5
- Ramon Barbosa PSDBR$ 1,9 mil · 119 votosR$ 15,8
- Everaldo MDBR$ 1,5 mil · 152 votosR$ 9,99
- Ze Carlos Do Bar PTR$ 737 · 91 votosR$ 8,10
- Deim DEMR$ 1,1 mil · 153 votosR$ 7,50
Votos por real
- 2020, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.