Manoel Gordo
Manoel Sergio da Costa Silva · nasceu em 1952
Manoel Gordo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Manoel Gordo declarou R$ 16,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 169,3 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Manoel Gordo declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 9,2 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Miracema (RJ) · PV · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.51049,6%
- PessoasR$ 2.13742,3%
- Outros candidatosR$ 4118,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.16455,4%
- TransporteR$ 1.29522,7%
- ServiçosR$ 5519,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4537,9%
- EscritórioR$ 2434,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Miracema (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 25,5 por voto. Quem venceu, Genessi Rodrigues, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,4; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Romualdo PVR$ 9,3 mil · 152 votosR$ 61,4
- Paulinho Azevedo MDBR$ 24 mil · 419 votosR$ 56,8
- Waltinho Da Sol E Neve PVR$ 10 mil · 185 votosR$ 54,5
- Alessandra Freire DEMR$ 13 mil · 304 votosR$ 43,3
- Joao Rosquinha MDBR$ 9,8 mil · 245 votosR$ 40,1
- Quinzinho PVR$ 9,7 mil · 334 votosR$ 28,9
- Brecoco PPR$ 11 mil · 430 votosR$ 25,5
- Hugo Fernandes PROSR$ 13 mil · 549 votosR$ 23,3
- Marcus Felipe Linhares PPR$ 10 mil · 477 votosR$ 22
- Fabricio Xavier MDBR$ 11 mil · 573 votosR$ 20
- Mauricio Vô SOLIDARIEDADER$ 9,1 mil · 525 votosR$ 17,2
- Genessi Rodrigues DCR$ 8,7 mil · 586 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 166 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.