Manoel Gaiola
Manoel Paulino de Matos · nasceu em 1974
Manoel Gaiola se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2016), DEM (2020), SOLIDARIEDADE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, ensino médio, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel Gaiola declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 31,2 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Acre não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Gaiola declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 13 mil, 38% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Plácido de Castro (AC) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Plácido de Castro (AC), 2024
Mediana da disputa: R$ 152 por voto. Quem venceu, Rogerio Ribeiro, gastou R$ 63,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.523; o mais barato, R$ 63,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gesse Mattos PLR$ 49 mil · 32 votosR$ 1.523
- Geizi Brasil UNIÃOR$ 49 mil · 36 votosR$ 1.367
- Marlene Oliveira UNIÃOR$ 49 mil · 60 votosR$ 820
- Prof. Enilton Pena UNIÃOR$ 49 mil · 68 votosR$ 718
- Socorro Formiga PPR$ 54 mil · 298 votosR$ 182
- Mineirinho Schiavo UNIÃOR$ 54 mil · 331 votosR$ 162
- Zé Do Bó UNIÃOR$ 53 mil · 350 votosR$ 152
- Marquinhos UNIÃOR$ 49 mil · 325 votosR$ 151
- Ademi Acs REPUBLICANOSR$ 39 mil · 311 votosR$ 124
- Dim PPR$ 38 mil · 450 votosR$ 85,1
- Zé Nunes PPR$ 42 mil · 527 votosR$ 79,8
- Rogerio Ribeiro PPR$ 38 mil · 607 votosR$ 63,1
Votos por real
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.