Manoel Figueiredo
Manoel Figueiredo Sobrinho · nasceu em 1943
Manoel Figueiredo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004), AGIR (2008), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 77 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Manoel Figueiredo declarou R$ 2.873 em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Figueiredo declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São José do Vale do Rio Preto (RJ) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.07987,4%
- PartidoR$ 44412,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.07987,4%
- OutrosR$ 44412,6%
Quanto custou cada voto: vereador, São José do Vale do Rio Preto (RJ), 2008
Mediana da disputa: R$ 26,3 por voto. Quem venceu, Rubinho Da Rádio, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,3; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ricardo No Ramo PSBR$ 8,1 mil · 98 votosR$ 82,3
- Reinaldo Da Van PSDBR$ 4,7 mil · 67 votosR$ 70,2
- Dárcio Andriolo Machado MDBR$ 18 mil · 439 votosR$ 41,3
- Professora Maria Anunciação PRPR$ 13 mil · 377 votosR$ 34,5
- José Carlos Do Mariano PDTR$ 15 mil · 462 votosR$ 31,6
- Zenildo Hiat PSCR$ 4,8 mil · 181 votosR$ 26,3
- Professor Célio AGIRR$ 15 mil · 602 votosR$ 24,9
- Ivo Pires DEMR$ 18 mil · 751 votosR$ 24,1
- Dr. Anacleto PDTR$ 7,3 mil · 345 votosR$ 21,2
- Carlinhos Rampini PSBR$ 7 mil · 353 votosR$ 20
- Rubinho Da Rádio PDTR$ 7 mil · 514 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2008, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.