Apuração
Vereador · 2020 · PP

Manoel Figueiredo

Manoel Figueiredo Sobrinho · nasceu em 1943

Manoel Figueiredo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008AGIR2020PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2004), AGIR (2008), PP (2020).

VereadorPartidoPPAGIRPP’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 77 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11000· direita
    suplente
  2. 2008
    AGIR 36000· centro-direita
    suplente342 votos
  3. 2004
    PP 11111· direita
    suplente332 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Manoel Figueiredo declarou R$ 2.873 em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 100.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.873
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.000 na declaração)

Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.873. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Manoel Figueiredo declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · São José do Vale do Rio Preto (RJ) · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 3.523
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.523.
  1. Próprio bolsoR$ 3.07987,4%
  2. PartidoR$ 44412,6%

Para onde foi

R$ 3.523
O maior gasto foi com material impresso: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.523.
  1. Material impressoR$ 3.07987,4%
  2. OutrosR$ 44412,6%

Quanto custou cada voto: vereador, São José do Vale do Rio Preto (RJ), 2008

Mediana da disputa: R$ 26,3 por voto. Quem venceu, Rubinho Da Rádio, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,3; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.