Apuração
Deputado estadual · 2006 · PAN

Manoel do Cartorio

Manoel Otavio da Silva · nasceu em 1958

Manoel do Cartorio disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Espírito Santo), pelo PAN: suplente.

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Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPAN2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 47 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PAN 26147· sem classificação
    suplente4.115 votos; 107º mais votado de 354 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

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De onde vieram os votos

Em 2006, Manoel do Cartorio teve 4.115 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 354 candidatos.

Recebeu votos em 28 cidades. Itapemirim deu 41,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.

4.115 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.115 votos.
  1. Itapemirim (ES)1.713 votos41,6%
  2. Marataízes (ES)993 votos24,1%
  3. Anchieta (ES)482 votos11,7%
  4. Cachoeiro de Itapemirim (ES)247 votos6%
  5. Piúma (ES)235 votos5,7%
  6. Outras 13 cidades33 votos0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

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Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Manoel do Cartorio declarou R$ 232,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo.

R$ 232,6 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 78.000 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Espírito Santo em 2006.

  • Manoel do CartorioR$ 232,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 109,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 532,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 232,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

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Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Manoel do Cartorio declarou ao TSE R$ 47 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Espírito Santo · PAN · suplente

De onde veio

R$ 47,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 47,2 mil.
  1. Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 40,7 mil86,2%
  2. Próprio bolsoR$ 6.49913,8%

Para onde foi

R$ 47,2 mil
O maior gasto foi com outros: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 47,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Itapemirim De Revenda De Petroleo LtdaR$ 4.1538,8%
  2. EscritórioR$ 2700,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Espírito Santo, 2006

Mediana da disputa: R$ 29,5 por voto. Quem venceu, Ferraço, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 87 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.