Manoel de Felipe
Manoel Ferreira de Souza · nasceu em 1957
Manoel de Felipe se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2004–2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Manoel de Felipe declarou R$ 138,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 105,7 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Manoel de FelipeR$ 138,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel de Felipe declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Coribe (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.56061,1%
- Material impressoR$ 78430,7%
- OutrosR$ 2108,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Coribe (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 17,6 por voto. Quem venceu, Bastim, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,9; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cida Do Ranchinho PC do BR$ 5,3 mil · 88 votosR$ 59,9
- Cosme Rocha PLR$ 28 mil · 697 votosR$ 40,8
- Joao Nogueira CIDADANIAR$ 9,5 mil · 386 votosR$ 24,6
- Dico Lessa PSDBR$ 17 mil · 760 votosR$ 21,9
- Batista Ferreira PPR$ 4,9 mil · 245 votosR$ 20
- Valderino Moura PRPR$ 10 mil · 579 votosR$ 17,7
- Joao De Felismino CIDADANIAR$ 9,4 mil · 532 votosR$ 17,6
- Mazim Da Ambulancia PSDR$ 11 mil · 624 votosR$ 17,2
- Ze Da Venda PPR$ 8,7 mil · 558 votosR$ 15,5
- Patricio PPR$ 5,9 mil · 438 votosR$ 13,4
- Fabiano PSDR$ 7,7 mil · 622 votosR$ 12,3
- Bastim PHSR$ 6,4 mil · 588 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2012, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.